quarta-feira, 6 de março de 2013

28/03/13

Olá pessoal, boa tarde!
No nosso último encontro Isabela e eu fomos informadas sobre as mudanças que ocorreram na nossa equipe. A preceptora  Cris (farmacêutica) e as duas novas alunas do PET passaram a fazer parte da nossa equipe. Nossos encontrontos serão realizados às quintas-feiras ao invés das terças e esporadicamente nos reuniremos as sextas com as novas intregrantes.
Neste encontro tentamos delimitar o nosso tema "violência na escola". "Violência na escola: distinção entre os gêneros" será o braço que iremos tentar desenvolver.
Isabela e eu levantamos uma breve bibliográfia sobre o braço em questão (abaixo) e estamos estruturando o pré-projeto que será apresentado na escola para que enfim possamos dar início as atividades na mesma. Assim que o pré-projeto estiver pronto compartilhamos com vocês. Abaixo os links do material encontrado:

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-21012011-152310/pt-br.php
http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30388.pdf
http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/aps/v23n2/v23n2a03.pdf
http://www.scielo.br/pdf/cp/v36n127/a0336127.pdf
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/37003/000787333.pdf?sequence=1
http://eduemojs.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/3479/2512

terça-feira, 5 de março de 2013

Nos bastidores da UBS


Sexta-feira, 1 de março, foi meu primeiro dia de atividade na UBS Jd. D’Abril. Todos me receberam muito bem, muitos sorrisos, simpatia e muita disposição para me explicar o funcionamento e a rotina de trabalho.
Conheci os setores, a distribuição dos atendimentos e da região, as tarefas da vigilância sanitária e acompanhei uma paciente que estava sendo atendida pela demanda.
Durante toda visita pensei no conceito de atenção primária, apresentado no texto Esse tal de SUS. “A atenção primária é a porta de entrada do sistema, com profissionais generalistas, menos aparatos tecnológicos, demandam problemas mais comuns, exerce prevenção e procedimentos curativos simples”. Se esse nível funcionar adequadamente menos pessoas terá de recorrer á atenção secundária e terciária, diminuindo os custos.
Enquanto esperava para iniciar as atividades, presenciei uma cena significativa na sala de espera da recepção. Uma paciente reclamava da demora do atendimento do marido. O paciente estava aguardando calmamente e, quando questionado sobre seu bem estar afirmava constantemente que estava bem. Uma das agentes de saúde conversou com o casal e se assegurou de que estava tudo bem. Mas a senhora não parava de repetir: “Está vendo, se a gente tivesse ido ao pronto socorro já estaríamos em casa com o seu remédio!”.
Essa experiência reforçou o fato de para que o conceito de atenção primária seja efetivo e real é de extrema importância que a sociedade saiba sobre a organização e a função de cada nível de saúde. As pessoas devem entender qual tipo de serviço é mais adequado para solucionar o seu problema. Qual entidade de saúde (UBS, AMA AME, Hospitais especializados) lhe oferece resolutividade. E é “dever” do sistema de saúde oferecer todos os níveis de assistência de maneira irrestritiva à qualquer cidadão, universalidade.
E nós, como profissionais de saúde e como cidadãos que detém esse conhecimento, devemos disseminar isso entre as pessoas, de maneira à contribuir par o bom funcionamento do sistema.
Conhecendo o setor de regulamentação pude perceber a integralidade entre os serviços de saúde. O exame de sangue é coletado na UBS e encaminhado para análise em laboratório. Conjunto articulado e contínuo das ações e serviços.
O setor que despertou meu interesse foi a Vigilância Sanitária. Folheando a pasta de notificações do ano de 2012 retomei a importância da Epidemiologia. As informações coletadas paramentam e direcionam as ações em saúde. Apontam quais as necessidades imediatas de determinada população, contribuindo para angariar resultados.
Gostei muito de conhecer os “bastidores” da UBS Jd. D’Abril. Aprendi muito, retomei conhecimentos e entendi melhor alguns conceitos.
Thaís Lima

segunda-feira, 4 de março de 2013

Rede da Multidisciplinaridade

Oi gente!!
Para quem não me conhece, eu sou a Thaís, aluna de terceiro de Fisioterapia.
Vou integrar o PET na UBS Jd. D'Abril.
Como primeira tarefa, posto meu parecer sobre o artigo "Esse tal de SUS".


O ponto forte do texto são as relações estabelecidas durante seu desenvolvimento. Juntas, as relações constroem uma rede de conceitos básicos e importantes para entender a importância do trabalho multidisciplinar. Destaco três principais.
A relação estabelecida entre saúde, educação e cultura foi essencial para fixar a ideia de saúde como um conjunto de fatores sociais. Demonstrando que saúde, desenvolvimento social e econômico caminham juntos. Um não existe sem o outro.
Outra relação objetivamente exposta está entre cura e prevenção, saúde individual e coletiva. Não há separação ou dependência entre elas, há a necessidade do indivíduo. Essa necessidade deve ser o foco, e para atingi-lo cura e prevenção devem se conciliar, em palavras mais simples, trabalhar em equipe.
A forma como é descrita a relação hierárquica entre os três níveis de atenção à saúde delimita as competências de cada nível, ressaltando a importância do bom funcionamento de cada um. Como o clássico exemplo do relógio, para que tudo funcione corretamente cada engrenagem deve executar sua função adequadamente.
Essas três relações dão base tanto à construção quanto à aplicação das principais diretrizes do SUS. Na essência de cada uma dessas relações está a multidisciplinaridade. Para manter a necessidade do indivíduo como foco, entendendo todos os fatores sociais é necessário o trabalho em equipe.

Thaís Lima

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

15/02

No encontro de hoje apresentamos e discutimos as informações sobre o tema "violência contra idosos" que estamos pesquisando. Também abrimos um google docs para a montagem do material didático que vamos elaborar sobre o tema, para que fique mais fácil e dinâmico para cada um acrescentar o que está encontrando nas pesquisas.

A discussão foi muito produtiva, todos trouxeram dados e informações interessantes para que debatêssemos.

Um dos pontos importantes que refleti a partir da nossa discussão é de como a violência contra a população idosa não ocorre somente no ambiente doméstico. Ela também é um reflexo social e das politicas públicas. O fato de não termos uma cidade estruturada para que os idosos ou pessoas com incapacidades possam andar com segurança ( calçadas adequadas, espaços públicos acessíveis etc) é uma violência contra essas pessoas e favorece a exclusão delas, que não se sentem seguras para ocupar e transitar pelo espaço público.

Além disso, nossa cultura tende a pensar no idoso como alguém incapaz, ultrapassado, descartável. Dessa forma, essa faixa etária é alvo de desrespeito e intolerância em diversas situações, como por exemplo no ônibus quando o motorista arranca antes da pessoa sentar ou pelos outros passageiros que não cedem o lugar etc).

Também conversamos sobre nossa possível participação e observações dos grupos da unidade que tem como público-alvo os idosos. Considero a participação social e cultural dessa faixa etária muito importante, e tenho interesse em conhecer as atividades que estão sendo oferecidas para esse público na unidade e até pensar numa proposta de intervenção possível.

Nicole.

Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência Contra a Pessoa Idosa

A partir da pesquisa que realizei sobre violência contra idosos, encontrei um documento da Subsecretaria de Direitos Humanos, publicado em 2005 que achei muito interessante,  o "Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência Contra a Pessoa Idosa".

Esse plano é resultado do esforço conjunto do governo federal, Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos (CNDI) e dos movimentos sociais. Pretende estabelecer as estratégias sistêmicas de ação, tendo em vista o resultado do planejamento, organização, coordenação, controle, acompanhamento e avaliação de todas as etapas da execução das ações de prevenção e enfrentamento da violência contra a pessoa idosa.


Constitui-se como um instrumento que reforça os objetivos de implementar a Política de Promoção e Defesa dos Direitos aos segmentos da população idosa do Brasil, dentro de um enfoque do respeito, de tolerância e da convivência intergeracional. Busca-se, assim, instituir e efetivar, em todos os níveis, mecanismos e instrumentos institucionais que viabilize o entendimento, o conhecimento e o cumprimento de política
de garantia dos direitos.

O Plano traz dados estatísticos relativos ao tema, objetivo do plano, período, definição de conceitos, diagnóstico situacional, diretrizes de ação e propostas de ação.

Recomendo muito essa leitura, principalmente para as pessoas que estão no projeto para discussão e ação nesse tema.



http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/plano_acao_enfrentamento_violencia_idoso.pdf


Nicole.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

tai chi

No dia 30/01, eu e a Thaína fomos visitar uma grupo de tai chi. Este grupo ocorre as 8 da manhã na praça ao lado do posto. Como a Thaína havia comentado, tinham umas doze pessoas, entre elas umas 6 idosas e três agentes do posto. Pelo que percebi, as participantes gostam bastante do grupo, e gostam bastante de se exercitar.
Após isto voltamos para a UBS, acompanhamos parte de uma reunião do NASF, então fui a uma visita com a farmacêutica. Eu achei muito interessante pois nunca havia acompanhado uma visita farmacêutica.  A cris arrumou as medicações da senhora e da sua filha, verificou se o filho (quem dava as medicações) sabia diretitinho como dar a medicação, o horário certo e a dose. Depois ela explicou atraves de pictogramas e etiquetas coladas nos saquinhos com as medicações como ministrar corretamente a medicação. Após isto voltamos a UBS e ela me mostrou a farmácia, como ela funcionava. Por último assisti duas consultas com a doutora carol, uma de um idoso, e uma de uma criança.

Isabel

Próxima reunião geral do Pro-PET

Pessoal, 
nossa próxima reunião será na terça-feira que vem, dia 19 de fevereiro, às 16 horas, na UBS!

Aguardamos vocês!

Até lá,

abraços,
Preceptoras