quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Crenças e valores dos adolescentes acerca de família, casamento, separação e projetos de vida", Adriana Wagner; Denise Falcke; Eliane Böttcher Duarte Meza. Pontifícia Universidade Católica - RS.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79721997000100011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Próximas atividades

Olá, pessoal!

Como já postado aqui por nossa tutora Simone, nosso encontro passado foi riquíssimo!
Sentimos que vocês estão aproveitando bastante as experiências na UBS e estamos aprendendo muito sobre o SUS.
A partir de agora, iniciaremos um novo ciclo: as discussões dos temas dos eixos definidos para pesquisa!




abraço,
Carol

Grupo Viver Bem - dia de Bingo (fotos do Eduardo)






quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Consultas...

Na sexta passada, dia 26 de agosto, pude acompanhar uma consulta de enfermagem, com a enfermeira Isis, e uma consulta médica, com o Dr. Carlos. Ambas as consultas seguem o mesmo "padrão", ou seja, o profissional abre o prontuário do paciente e anota todas as informações possíveis, primeiro realizando perguntas e depois avaliando fisicamente.
O motivo da consulta de enfermagem foi o acompanhamento feito em crianças. A enfermeira fez uma série de perguntas à mãe, e após avaliar a criança e anotar tudo no seu prontuário, deu várias orientações para a mesma. As anotações feitas desde o primeiro minuto da consulta serviu para que ao final a profissional pudesse avaliar o desenvolvimento da criança através de uma tabela pré-existente.
A consulta médica que acompanhei foi simples. A paciente queria apenas um atestado para realizar atividade física. E como já dito que as consultas tinham formas parecidas, o médico fez várias perguntas, avaliou a paciente, sempre anotando tudo, e ao final concedeu à menina o atestado, sendo que este estava escrito de maneira clara e concisa tudo aquilo que o profissional tinha "autorizado".
Pude perceber que as duas consultas são muito semelhantes e a diferença que eu notei é simplesmente na receita. Ou seja, o enfermeiro tem limitações ao prescrever um medicamento, mas a consulta em si é feita da mesma maneira que um médico.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Agendamento de consultas e reunião do NASF

Hoje participei do agendamento de consultas com a médica Ana Paula. Foi muito interessante ver que a maioria das pessoas entendeu o motivo daquele procedimento e os critérios para a ordem de chamada. O processo foi rápido e percebi que algumas pessoas confundem problemas que levam ao agendamento de consultas com outros que devem ser atendidos na demanda espontânea. Fora isso, o processo foi bem tranquilo.
Após o agendamento, acompanhei a reunião relacionada à saúde mental do NASF. Hoje ficou mais claro para mim que não são discutidos apenas casos relacionados à saúde mental, mas alguns que necessitam da avaliação da Fisioterapia, TO, Psicologia e Nutrição. Foram discutidos seis casos bem diferentes. Em um deles há a suspeita de demência alcoólica e foi muito legal a discussão e esclarecimento deste tipo de doença. Em todos os casos a conduta foi discutida e também quais profissionais iriam agir diretamente com aqueles usuários. O último caso era atendido por duas alunas do PET- Saúde Mental e elas relataram os atendimentos e a equipe refletiu com elas sobre o que está acontecendo e sobre futuras intervenções.
Particularmente acho muito rica esta reunião e é possível aprender muita coisa com os outros profissionais. É uma troca efetiva e sinto um olhar do paciente como um todo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Consultas médicas - PSF e demanda espontânea

Olá a todos,


Hoje, dia 26 de Agosto, acompanhei 3 consultas médicas: uma da área verde, com a médica Madalena, uma da área amarela com a Carol e outra da demanda espontânea também com a Carol. De maneira geral, pude observar nas consultas médicas os princípios da longitudinalidade e da resolutividade.


Na consulta da Dra. Madalena, percebi que além do histórico, a médica também conhecia a história da paciente. Era uma fumante, com bronquite, sentia falta de ar com o mínimo de esforço físico, ao manusear produtos de limpeza e também reclamou da mudança de tempo. A Dra. notou uma melhora significativa no quadro clínico da paciente (resolutividade) auscultando seu peito, passou orientações novamente e disse que se houvesse necessidade, poderia fazer o encaminhamento para um pneumologista (Referência).


Na demanda espontânea, um idoso cadeirante, acompanhado pela esposa, apresentava infecção bacteriana na pele próximo ao pé direito; a Dra. Carol já o havia atendido há dois dias, aplicou uma injeção de penicilina e ele foi para casa. Hoje, ele voltou pois teve diarréia, sua esposa preocupada achou que foi alguma reação alérgica, mas a Dra. explicou que foi apenas uma reação ao antibiótico (mudança da flora intestinal). Notou uma melhora no estado clínico dele (resolutividade), apesar disso, era necessário que o paciente estendesse as pernas ao nível do peito para que auxiliasse na circulação e melhorar a eficácia do antibiótico. Esse casal não falava português muito bem, a esposa, porta-voz do marido, misturava frases em japonês e português e, a Dra. conseguia entender e ainda falou um pouquinho em japonês com eles. Arrasou!


Logo seguimos para uma consulta do PSF. A paciente teve anemia, e com a intervenção da Dra. Carol, nessa consulta ela já estava com o quadro clínico normalizado (resolutividade). A paciente reclamou do ganho de peso, colocando a culpa no feijão a mais que ela havia consumido. Ao final da consulta, perguntei à Carol se a paciente não poderia ser encaminhada à nutricionista do NASF, e sim, ela poderia se tivesse manifestado interesse ou se não tivesse apresentado melhora em seu estado clínico (para receber orientações sobre sua dieta).


As consultas são muito boas e eficazes. Parabéns às Doutoras.

Entrei no blog!

Olá,
espero que agora eu consiga comentar as atividades de vocês!!!
Quarta (24/08) tivemos uma reunião bem interessante, que eu chamaria mais de uma roda de conversa. Nesses momentos temos a oportunidade de fazer perguntas sem constrangimentos, e assim, cada um de nós inclui mais uma peça desse quebra-cabeças (em nossas próprias cabeças) que é o nosso Sistema de Saúde.
Legal que sempre a equipe procurava relacionar a experiência que os alunos tiveram na Unidade com os princípios do SUS, mostrando, como se aplicam na prática, cada um dos princípios e diretrizes. Falamos da contra-referência, integralidade, universalidade e também dos convênios, do acesso, do caso da Santa Casa de Belém....Enfim, espero que todos tenham aproveitado o momento e sempre procurem, ao ler/ver notícias/comentários sobre o 'SUS', pensem nesses profissionais que se doam para melhorar a situação não só da saúde da população mas do próprio sistema.
Abs a todos, Simone