Bom dia a todos, estive na UBS Jd. D'Abril no dia 2 de outubro onde começamos as nossas atividades. Nossas preceptoras nos enviaram um texto de apoio para que pudessemos entender e discutir um pouco sobre o assunto que lemos. Nos fomos dividos em duplas como ja foi exposto anteriormente. Aline e eu lemos um texto explicando melhor o conceito sobre o territorio e o como o sistema SUS consegue se portar diante das necessidades da população.
Apos uma breve discuçao sobre o assunto, nossas atividades começaram. Foi proposto a mim, que me fizesse de uma moradora da região. Nao conhecia como funcionava o sistema publico de saúde e aprendi com essa atividade. Logo que cheguei fui atendida pela recepcionista que me explicou brevemente como funcionava a UBS. Como nao possuia nem o cartao da UBS e cartão do SUS, ficou um pouco mais complicado para mim. Mesmo assim, o meu atendimento conseguiu ser feito. A recepcionista me explicou como consigo adquirir ambos os cartões.
Apos a recepção, fui a demanda (que funciona como uma triagem). Quem me atendeu foi o nosso colega Eduardo, que aferiu minha pressão arterial e minha temperatura. Acontece que os meus sintomas eram normais de tuberculose, pensei que esse atendimento poderia ser feito um pouco mais privativo, para que pudessemos preservar o proprio paciente. Enfim, fui atendida pela enfermeira que me ensinou como fazer os exames necessarios para tal enfermidade. Apos esse atendimento, voltamos a encontrar os nossos colegas e contamos nossas experiencias.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Primeira visita 28/09
É com um pouco (muito) atraso que posto minha primeira experiência na UBS Jardim D'Abril, me desculpem! =S
Quando chegamos na UBS (Eu - Mateus, Thaína, Nicole e Isabel) aguardamos um pouquinho e fomos recebidos pela médica SUPER simpática Caroline (médica da área amarela). Conversamos um pouquinho para nos conhecer e já nos dividimos para realizar as atividades.
A primeira atividade que eu realizei foi a do "SOMBRA", na qual acompanhamos o paciente desde o portão da UBS até o último passo que ele dá lá dentro. Acompanhei uma senhora que aguardava ansiosamente para aferir sua pressão. Me apresentei e pedi para acompanhá-la, de início ela achou que era eu quem iria realizar os procedimentos, mas expliquei que iria apenas ser uma sombra dela, e se ela se sentisse invadida de qualquer forma que não haveria nenhum problema ela continuar sem a minha presença. A senhora passou com uma axiliar de enfermagem primeiramente, procedimento rotineiro mensal. Foi constatado na consulta uma alteração da PA da paciente, foi pedido para ela tomar alguns copos de água (uma média de 7 copos) e aguardar em repouso. A pressão da paciente foi aferida novamente e continuou alterada, a paciente foi encaminhada para médica. A doutora constatou a alteração e foi feita uma investigação rápida para tentar descobrir o motivo que levou a alteração, foi prescrito medicamento e foi marcada uma consulta; as recomendações para a normalização da PA da paciente foram feitas pela médica Caroline (modo de uso do medicamento, dicas alimentares e etc.)
A paciente foi até a farmácia para retirar o medicamento prescrito, a técnica em farmácia fez a leitura da receita e orientou novamente a senhora. Após tudo isso acompanhei ela até o portão e agradeci.
A segunda atividade que eu realizei foi acompanhar a enfermeira Gisela (acho incrível como me sinto mais enfermeiro cada dia, e me identifico com cada profissional dessa área, sem puxar o saco, ADOREI A GISELA!) durante suas consultas. Pude acompanhar somente uma consulta, de um senhor que se queixava de dores abdominais, após exame clínico a enfermeira encaminhou o paciente para a médica (que mais uma vez era a Caroline). Conversando com a enfermeira ela me disse que se tratava de um senhor com atraso mental e complicações familiares; na UBS ele obtinha a atenção que precisava, seja em conversa, seja no acolhimento que recebe. Não pude acompanhar este paciente até o fim.
Passar essas horas na UBS me mostrou como todos os profissionais se encaixam como engrenagens de uma máquina bem maior, todos têm que estar em sintonia e funcionando em conjunto, como um grande grupo.
Não tinha conhecimento e não tenho experiências em UBS, pois não utilizo o sistema público de saúde, mas acho MUITO interessante e importante ter um profissional que conhece você e sua família, a região onde você mora e as situações pelas quais passa e pode passar, tudo isso gera um atendimento mais eficiente e realista, o qual se aproxima mais das necessidades reais da população.
Quando chegamos na UBS (Eu - Mateus, Thaína, Nicole e Isabel) aguardamos um pouquinho e fomos recebidos pela médica SUPER simpática Caroline (médica da área amarela). Conversamos um pouquinho para nos conhecer e já nos dividimos para realizar as atividades.
A primeira atividade que eu realizei foi a do "SOMBRA", na qual acompanhamos o paciente desde o portão da UBS até o último passo que ele dá lá dentro. Acompanhei uma senhora que aguardava ansiosamente para aferir sua pressão. Me apresentei e pedi para acompanhá-la, de início ela achou que era eu quem iria realizar os procedimentos, mas expliquei que iria apenas ser uma sombra dela, e se ela se sentisse invadida de qualquer forma que não haveria nenhum problema ela continuar sem a minha presença. A senhora passou com uma axiliar de enfermagem primeiramente, procedimento rotineiro mensal. Foi constatado na consulta uma alteração da PA da paciente, foi pedido para ela tomar alguns copos de água (uma média de 7 copos) e aguardar em repouso. A pressão da paciente foi aferida novamente e continuou alterada, a paciente foi encaminhada para médica. A doutora constatou a alteração e foi feita uma investigação rápida para tentar descobrir o motivo que levou a alteração, foi prescrito medicamento e foi marcada uma consulta; as recomendações para a normalização da PA da paciente foram feitas pela médica Caroline (modo de uso do medicamento, dicas alimentares e etc.)
A paciente foi até a farmácia para retirar o medicamento prescrito, a técnica em farmácia fez a leitura da receita e orientou novamente a senhora. Após tudo isso acompanhei ela até o portão e agradeci.
A segunda atividade que eu realizei foi acompanhar a enfermeira Gisela (acho incrível como me sinto mais enfermeiro cada dia, e me identifico com cada profissional dessa área, sem puxar o saco, ADOREI A GISELA!) durante suas consultas. Pude acompanhar somente uma consulta, de um senhor que se queixava de dores abdominais, após exame clínico a enfermeira encaminhou o paciente para a médica (que mais uma vez era a Caroline). Conversando com a enfermeira ela me disse que se tratava de um senhor com atraso mental e complicações familiares; na UBS ele obtinha a atenção que precisava, seja em conversa, seja no acolhimento que recebe. Não pude acompanhar este paciente até o fim.
Passar essas horas na UBS me mostrou como todos os profissionais se encaixam como engrenagens de uma máquina bem maior, todos têm que estar em sintonia e funcionando em conjunto, como um grande grupo.
Não tinha conhecimento e não tenho experiências em UBS, pois não utilizo o sistema público de saúde, mas acho MUITO interessante e importante ter um profissional que conhece você e sua família, a região onde você mora e as situações pelas quais passa e pode passar, tudo isso gera um atendimento mais eficiente e realista, o qual se aproxima mais das necessidades reais da população.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Sombra e Farmácia
-->
Tudo isso me remete à questão que levantei na
semana passada sobre os diferentes olhares para um mesmo objeto, se ele seria
realmente o mesmo objeto. Tomando a UBS como esse objeto, um objeto
evidentemente complexo, acho que cada olhar vai construindo sim uma
representação própria desse lugar, a partir da percepção de alguns dos aspectos
que o compõe e do olhar que desvela esses aspectos. Apesar de parecer única,
igual ao objeto, essa representação não dá mesmo conta de todo o objeto. Na
semana passada, por exemplo, o próprio espaço da farmácia não fazia parte da
minha representação da UBS, muito menos as experiências que são vividas lá. Daí
a importância de encarar-se o desafio de compartilhar as experiências e, quem
sabe, ir construindo um campo comum de atuação e produção de saberes.
Achei que hoje (02/10)
faríamos uma caminhada pelo bairro da UBS e cheguei animado para isso, apesar
do calor que fazia. Nada: tinha me confundido, hoje faríamos atividades dentro
da unidade. A Aline e a Isabele foram encarregadas de se passarem por usuárias
fictícias da unidade, apresentando queixas que se enquadrariam como demanda
espontânea. O Eduardo foi designado para acompanhar o atendimento dos
auxiliares de enfermagem e, a mim, coube acompanhar um usuário ou usuária da
chegada à UBS até o final do atendimento. Atividade de sombra, nome oficial.
Fiquei um pouco desconfortável antes de começar a atividade: eu iria sombrear
ou assombrar um desconhecido?
Fiquei na porta
da UBS, sentando num banquinho, conversando com um menino que também estava lá.
Perguntei quantos anos ele tinha e ele não soube me dizer ao certo. Achava que
tinha 9. Vejo uma mãe jovem empurrando um carrinho com um bebê. Olhei para ela
e, como recebi um olhar como resposta, resolvi me dirigir a ela. Disse que era
aluno de psicologia participando de um projeto na unidade e perguntei se ela me
deixaria acompanhar seu atendimento na unidade. Ela disse que sim, muito
despreocupadamente, e eu ainda falei que era só se ela se sentisse à vontade.
“Não, tudo bem.”, me respondeu.
O filho dela
tinha 5 meses e estava com o peito carregado. Vieram fazer inalação. Ela já
tinha uma guia com a prescrição do tratamento e, ao apresentá-la na recepção,
foi encaminhada para a sala onde havia o inalador. Chamou minha atenção que a
recepção foi muito rápida, não houve nem um troca de olhares entre a
recepcionista e a mãe. Enquanto esperávamos, a mãe foi me contando que fora
primeiro “lá na USP”, onde o médico recomendou a inalação. Já era o terceiro
dia que ela vinha na UBS. A criança estava muito tranqüila e fui brincar um
pouco com ela. De repente, começamos a ouvir um choro da sala de vacinação e o
bebê ficou inquieto. Já fazia um tempo que estávamos esperando. E ficamos mais
um bom tempo ainda esperando; a mãe em pé com o bebê no colo, que agora tinha
se acalmado. Soube, nesse meio tempo, que o bebê chorava muito toda vez que
fazia inalação e que era a mãe quem aplicava a inalação, sozinha.
Quando a
enfermeira montou o equipamento e mãe foi aplicar o inalador, vi que a criança
ficava mesmo muito assustada. Tive a impressão de que ele – era um menino – se
sentia sufocado pela máscara, um pouco grande para ele, e tinha a expectativa
de que ia ficar sem ar. Ele ficava o tempo todo tentando afastar aquela máscara
com as mãos, gritando e chorando. Foi aí que achei estranho não ter nenhum
profissional para dar um apóio à mãe, que não tem muita prática com o inalador.
Depois de muito ficar assustado, o menino foi se acalmando, acho que de
exaustão, e quase dormiu.
A mãe foi
contando que acorda muito de madrugada para trabalhar em um lugar distante do
bairro em que mora. Chegava cedo em casa, pelo menos, e tinha sido esse o jeito
que encontrara para estar mais com o filho. Com ela no trabalho, o bebê ficava
com a avô pela manhã. Isso impossibilitava que a mãe fosse à UBS as três vezes
por dia que o médico recomendou para fazer inalação: ia apenas uma. Terminada a
inalação, nos despedimos e agradeci a ela por ter me deixado acompanhá-la. Se
antes de abordá-la estava desconfortável, tinha terminado de ser “sombra” me
sentindo tranqüilo, por ter tido a sensação de que não estava invadindo a
intimidade dela e que ela até tinha gostado de conversar comigo (e vice-versa).
Segui, por
sugestão da Gisela, para a farmácia, onde conversei com as duas técnicas que
estavam lá, a Patrícia e a Natalie. Foi a Patrícia quem me apresentou a
farmácia e o funcionamento do sistema. Conversei bastante com ela também sobre
o trabalho, se ela gostava, a quanto tempo estava lá, se era cansativo. Ela me
contou que às vezes tinha gente com dificuldade para entender como tomar os
remédios e que elas inclusive tinham inventado maneiras de facilitar o
entendimento, se valendo de saquinhos plásticos para separar as medicações e
figuras ou etiquetas coloridas para marcar o período do dia em que devia ser
tomadas. Apesar disso, apareceu recorrentemente na fala dela que era a
farmacêutica quem lidava mais diretamente com os usuários, tanto é que elas a
chamavam quando havia mal-entendidos e confusões. Também era a farmacêutica
quem tocava os projetos da farmácia com a comunidade. Diante desse cenário,
fiquei com a impressão de que o trabalho delas é mais isolado do que o de
outros profissionais da unidade.
Lembrei, por
conta disso, de uma situação que me contaram sobre um menino cuja escola estava
muito preocupada com ele. Ele não falava. A professora nunca ouvira nenhuma
palavra dele. Pai e mãe também não, quem sabe muito raramente. Em uma reunião
dos pais com os funcionários da escola numa instituição de tratamento que o
menino freqüentava – ele recebera o diagnóstico de autista – o porteiro da
escola estava presente. Quando soube dessa preocupação, expressou uma surpresa
total: o menino conversava todo dia com ele, na entrada, sobre futebol! Essa
história me chama atenção para o quanto os profissionais que não estão direta
ou explicitamente envolvidos na tarefa da instituição podem ter modos de
relação muito interessantes com quem freqüenta esse lugar e que, assim, podem acabar
realizando uma tarefa que não era aquela oficialmente designadas a eles.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Olá,
na última
sexta-feira, dia 28/09, fiz a atividade de reconhecimento da UBS, juntamente
com a Nicole, Taína e o Mateus. Minha primeira atividade foi observar a
recepção, lá apareceram pessoas procurando a demanda espontânea e, também, com
atendimento marcado. Para a demanda espontânea é necessário ter o cartão SUS, o
qual pode ser feito por qualquer um com RG e comprovante de residência, já para
atendimentos marcados é necessário ter o cartão do posto. Para a obtenção deste,
a pessoa deve residir na região atendida pela UBS e deve ser visitada
previamente por um agente comunitário. Observei também que muitas pessoas iam a
UBS para fazer o controle da pressão arterial. Na recepção me explicaram que
eles também são responsáveis por separar e encaminhar os prontuários, que são
separados por cor da região que a pessoa reside.
A segunda
atividade que fiz foi acompanhar uma auxiliar de enfermagem na demanda espontânea,
lá é o primeiro lugar que a pessoa passa após a recepção. As auxiliares
perguntam o que está acontecendo com a pessoa e medem a sua pressão,
temperatura, frequência cardíaca, peso, entre outros. Após este passo a pessoa
é encaminhada para consulta com a enfermeira.
Depois de
acabarem minhas atividades fui acompanhar um pouco as atividades na farmácia, onde
me explicaram como funciona a farmácia, como é feita a dispensação, como elas
organizam o estoque, entre outras coisas.
Por último, acompanhei
um paciente que tinha um eletrocardiograma marcado e pude assistir o exame,
juntamente com a Taína (enf).
Achei a experiência
de reconhecimento da UBS muito interessante, pois me ajudou a compreender o
funcionamento de uma UBS.
Até a próxima,
Isabel.
Relatório 1
Olá pessoal!
Quero contar para vocês como foi minha primeira experiência no PET Saúde na última quarta feira dia 27/09!
Foi bem legal, primeiramente tivemos uma apresentação sobre a UBS Jardim D'Abril e sobre o território que ela abrange.
Logo em seguida vivenciamos uma atividade em que atuamos como usuários da Unidade.
O meu papel foi de uma usuária que teve uma visita de uma ACS em sua residência e que por conta de uma tosse crônica produtiva, teve um pedido de exame de escarro. Além disso, a paciente era fumante de 1 maço por dia, não me lembro exatamente há quantos anos. Cheguei na recepção na Unidade e fui orientada de que para realizar esse tipo de exame eu teria duas opções. Entraria como demanda espontânea do posto, passando pela triagem, atendimento do enfermeiro e se preciso atendimento médico, para avaliar a necessidade real da realização do exame. Ou, então, entraria também como demanda espontânea, porém apenas para realização do exame, com orientações, pelo técnico de enfermagem na triagem.
Como a minha personagem já havia sido orientada pela ACS e já tinha recebido os potinhos para a coleta do escarro, então era necessário apenas a entrega do material.
Porém, decidi passar pela demanda espontânea para conhecer o fluxo da Unidade. Consegui passar apenas pela triagem, por conta do tempo. Lá fui atendida pelo técnico de enfermagem, que aferiu minha pressão, mediu minha temperatura, pulso e realizou uma breve anamnese, para em seguida me encaminhar para o atendimento com a enfermeira.
Achei excelente este método de conhecer a UBS. Assim conseguimos sentir mais como as coisas funcionam na prática e qual é a visão do usuário do posto.
Por hoje é só!
Até mais pessoal!
Abraços,
Amanda Monteiro
Quero contar para vocês como foi minha primeira experiência no PET Saúde na última quarta feira dia 27/09!
Foi bem legal, primeiramente tivemos uma apresentação sobre a UBS Jardim D'Abril e sobre o território que ela abrange.
Logo em seguida vivenciamos uma atividade em que atuamos como usuários da Unidade.
O meu papel foi de uma usuária que teve uma visita de uma ACS em sua residência e que por conta de uma tosse crônica produtiva, teve um pedido de exame de escarro. Além disso, a paciente era fumante de 1 maço por dia, não me lembro exatamente há quantos anos. Cheguei na recepção na Unidade e fui orientada de que para realizar esse tipo de exame eu teria duas opções. Entraria como demanda espontânea do posto, passando pela triagem, atendimento do enfermeiro e se preciso atendimento médico, para avaliar a necessidade real da realização do exame. Ou, então, entraria também como demanda espontânea, porém apenas para realização do exame, com orientações, pelo técnico de enfermagem na triagem.
Como a minha personagem já havia sido orientada pela ACS e já tinha recebido os potinhos para a coleta do escarro, então era necessário apenas a entrega do material.
Porém, decidi passar pela demanda espontânea para conhecer o fluxo da Unidade. Consegui passar apenas pela triagem, por conta do tempo. Lá fui atendida pelo técnico de enfermagem, que aferiu minha pressão, mediu minha temperatura, pulso e realizou uma breve anamnese, para em seguida me encaminhar para o atendimento com a enfermeira.
Achei excelente este método de conhecer a UBS. Assim conseguimos sentir mais como as coisas funcionam na prática e qual é a visão do usuário do posto.
Por hoje é só!
Até mais pessoal!
Abraços,
Amanda Monteiro
Relatório
A minha primeira atividade na UBS foi no dia 26 de setembro. A atividade que me foi proposta foi observar a atuação do auxiliar de enfermagem na UBS, a observação durou aproximadamente uma hora. Os primeiros pacientes que os auxiliares de Enfermagem estavam atendendo eram crianças, entretanto como comecei a obsevação no meio do atendimento não fiquei sabendo o motivo delas estarem sendo atendidas. As crianças tiveram o seu peso e altura medidos, sendo depois encaminhadas.Além dessas crianças, foi atendida uma adolescente que tinha um ferimento por ter batido o pé em um objeto metálico. Por isso a auxiliar fez a limpeza do ferimento e fez um curativo, posteriormente a adolescente tomou a vacina de tétano. Considerando que a observação durou uma hora e apenas três pessoas foram atendidas, o número de pessoas foi muito baixo.Após perguntar para o auxiliar o motivo desse baixo número, fui informado que devido ao frio poucas pessoas iriam a UBS, o que me levou a pensar se a maioria das pessoas que vão tem uma real necessidade do serviço. Não tive problemas em executar a atividade, e aprendi como é feito o atendimento inicialmente na UBS. O paciente inicialmente passa pelo auxiliar de enfermagem que mede os sinais vitais e atua caso seja necessária, depois esse paciente é repassado conforme a gravidade para uma enfermeira ou um médico da família.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Olá, boa tarde!
Eu sou a Aline (da nutrição). Ontem, dia 02/10, ocorreu o meu segundo encontro com as preceptoras Mara e Gisela e com os colegas Miguel (da psicologia), Eduardo (da medicina) e a Isabela (da odontologia). Como o Miguel disse em sua primeira postagem, ele e o Eduardo formaram uma dupla e eu e a Isabela formamos outra, sendo que nós quatro iremos trabalhar juntos. No início do encontro de ontem, cada dupla fez uma breve apresentação do artigo que tinha ficado responsável por ler. Eu e a Isabela lemos o artigo intitulado de O TERRITÓRIO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA e expomos aos colegas o que tínhamos compreendido do texto. Particularmente, eu gostei muito da leitura que nos foi recomendada, ela me ajudou a esclarecer certos conceitos inerentes ao principio de Regionalização e Hierarquização do SUS e de maneira geral foi muito enriquecedora. Depois dessa breve exposição dos textos de ambas as duplas e dos comentários construtivos feitos pelas preceptoras fomos à parte prática do nosso dia. Cada um de nós, como já foi comentado em outros posts, recebeu uma tarefa com um determinado objetivo. Eu me fiz passar por uma moradora da região que não conhecia nada sobre a UBS e sobre o seu funcionamento, mas que queria ser atendida, pois frequentemente sentia dores nas costas e apesar de já ter recebido medicação em uma AMA e de apresentar uma leve melhora, a dor persistia.
Eu sou a Aline (da nutrição). Ontem, dia 02/10, ocorreu o meu segundo encontro com as preceptoras Mara e Gisela e com os colegas Miguel (da psicologia), Eduardo (da medicina) e a Isabela (da odontologia). Como o Miguel disse em sua primeira postagem, ele e o Eduardo formaram uma dupla e eu e a Isabela formamos outra, sendo que nós quatro iremos trabalhar juntos. No início do encontro de ontem, cada dupla fez uma breve apresentação do artigo que tinha ficado responsável por ler. Eu e a Isabela lemos o artigo intitulado de O TERRITÓRIO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA e expomos aos colegas o que tínhamos compreendido do texto. Particularmente, eu gostei muito da leitura que nos foi recomendada, ela me ajudou a esclarecer certos conceitos inerentes ao principio de Regionalização e Hierarquização do SUS e de maneira geral foi muito enriquecedora. Depois dessa breve exposição dos textos de ambas as duplas e dos comentários construtivos feitos pelas preceptoras fomos à parte prática do nosso dia. Cada um de nós, como já foi comentado em outros posts, recebeu uma tarefa com um determinado objetivo. Eu me fiz passar por uma moradora da região que não conhecia nada sobre a UBS e sobre o seu funcionamento, mas que queria ser atendida, pois frequentemente sentia dores nas costas e apesar de já ter recebido medicação em uma AMA e de apresentar uma leve melhora, a dor persistia.
Fui muito bem atendida na recepção, a Tatiana
(recepcionista) perguntou se eu tinha o cartão da USB ou o cartão do SUS, eu
não tinha o primeiro, mas como possuo o cartão do SUS pude ser atendida sem a
necessidade de fazer o requerimento deste cartão (para o qual é necessário RG e
comprovante de residência). Na recepção eu fui informada de que um agente da
saúde posteriormente iria fazer uma visita à minha residência para checar se eu
realmente era moradora da região e verificar a infraestrutura do local
(saneamento básico). Aguardei na sala de espera por menos de 10 minutos e fui
chamada pelo meu nome (prefiro esse método ao de distribuição de senhas) à sala
onde ocorre o atendimento da demanda antes que essa seja direcionada a enfermagem.
Fui atendida pelo Eduardo (sim, o da medicina haha), que ouviu a minha queixa e
aferiu a minha pressão e temperatura. Voltei à sala de espera onde fiquei por
50 minutos esperando pelo atendimento da enfermeira. A Andreia, enfermeira que me atendeu, foi
muito atenciosa, ela me examinou e fez algumas recomendações (prática de
exercícios físicos e correção de postura) a fim de ajudar a resolver o problema
da dor, mas disse que caso o problema persistisse eu poderia retornar para uma
investigação médica. Não sofro de dores frequentes nas costas, mas gostei das
orientações que a Andreia me passou e acho que elas se aplicam de uma forma
geral, a correção da postura, por exemplo, é uma coisa que eu acredito que deva
seguir para evitar problemas futuros, visto que nem sempre eu me mantenho na
postura adequada. Enfim, gostei muito de
ter passado esse dia na UBS, assim como gostei das atividades
desenvolvidas. Acredito que tenho muito
a aprender e a amadurecer com o PET e que a cada encontro mais um passo será
dado a caminho disso.
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